APRESENTAÇÃO
A exposição AMO COMO QUEM NÃO TEME transita entre a Literatura e as Artes Visuais. É um site specific* que conta com uma vídeo-instalação, dois painéis constituídos de poesias e imagens impressas em tecido, sendo um painel colorido e outro branco que cobrem integralmente as paredes laterais da Galeria Xico Santeiro do Museu de Cultura Popular Djalma Maranhão. A artista numa atitude risomática estende a exposição ao Largo Dom Bosco/Pátio da Praça Augusto Severo, através de Varais Poéticos (poesias impressas em tecido). São sete obras que compõe a exposição – tornando-se uma única obra/instalação: o PoeManta, Ofertório Coração, AmorAção, PoemMantra Sonora, Chão de Santinhas e Varal Poético mais a Cartografia dos Afetos, numa parceria com o premiado fotógrafo mineiro radicado em Nata/RN, Morvan França. A Cartografia dos Afetos é uma série fotográfica com os Corações Impressos da artista e é uma participação especial em transparências fotográficas sobrepostas no painel PoeManta.
Civone Medeiros é Poeta e Artista e escolheu imprimir em pedaços de tecido de pequeno formato para tornar sua produção mais acessível às pessoas, assim o trabalho entra em suas casas e vidas e passam a fazer parte do cotidiano individual e coletivo. Desde o fim da década de 80 a artista desenvolve pesquisa aproximando poesia e imagem. No seu processo criativo, a imagética do coração se transforma em gestualidade do corpo artístico, poético e político.
O projeto AMO COMO QUEM NÃO TEME oferece como contrapartida o LAB com Vivências (Laboratório Criativo de Convivência) que consiste em Oficinas de Estamparia e Protagonismo Poético dirigido ao público visitante da Exposição. O caráter e peculiaridade experimental e laboratorial como proposta educativa-interativa complementar a exposição, destina-se a formação de professores-multiplicadores de saberes e a estudantes de ensino médio e superior, através de dinâmicas lúdicas e colaborativas onde todos opinam e contribuem com o processo e possibilita que novos públicos enxerguem a Arte e a Literatura por um viés apaixonado e próximo de suas vidas.
* O lugar, o site, o situs, o sítio específico é o ‘isto’ que acontece no espaço e para ele. Embora caiada pelo modernismo e, atualmente, pelo que se denomina pós-modernismo, a obra-para-o-lugar é o provável fundamento do estar-da-obra, sejam as cavernas de outrora, a parede, o espaço público e cívico e com bastante frequência atualmente, as salas dos museus e galerias. Se todas as obras são feitas para lugares, para sítios, algumas delas referendam essa abertura, propondo-se ser o destino e polo irradiador como seu Locus Poético.
FICHA TÉCNICA
Curadoria:
Sanzia Pinheiro
Produção:
Nalva Melo
Rosane Felix
Dora Bielschowsky
Assessoria de Imprensa:
Antonio Nahud Jr
LAB com Vivências/Mediação:
Thiago Medeiros
Alessandra Augusta
Efigênia Oliveira
Civone Medeiros
Sonoplastia e Edição de Imagens:
Paulo Lima (ICAP)
Realização:
ICAP – Instituto Cultural Audiovisual Potiguar
Parcerias:
Casa Artística nA Jaguarari
Café Salão Nalva Melo
Coletivo Sobre-A-Mar
Coletivo Records
Jocil Decorações
Tropa Trupe/Renata Marques
Bardallos Comida e Arte
Bar da Meladinha
Bar da Meladinha
Contatos/Informações:
Sanzia Pinheiro – 9423-8098 – aranha.asa@gmail.com
Nalva Melo – 8861-9616 – nalvamel8@hotmail.com
Work in Process/Fan Page no FaceBook:
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♬ #AlcateiaMaldita em ❝Não verás ESTRADO como Este!❞ O SHOW! Sexta, 21/9 as 20h no IFRN Cidade Alta, Natal/RN
♬ #AlcateiaMaldita em ❝Não verás ESTRADO como Este!❞ O SHOW! 21/9 IFRN Centro, 20h!
❝Que falta nesta Cidade/Estado? ...Verdade! Que mais por sua Desonra? ...Honra! Falta mais que se lhe ponha? ...Vergonha!❞ (Gregório de Mattos)
Assim falou Stº Agostinho sobre como nascem os Estados:
❝. . .No princípio é um grupinho de malfeitores. Crime aqui, crime ali, perseguidos, fugindo sempre. Com o tempo o grupo aumenta, fica mais forte, apossa-se de um território, estabelece um governo, transforma-se num exército. Quando isso acontece, ele diz, o grupinho de malfeitores se transformou num estado, não porque tenha, repentinamente, ficado justo, mas porque a impunidade foi acrescentadas aos seus crimes. Que é, precisamente, o nosso caso. Há um estado operando dentro e contra o Estado❞
╔═══╗ ♪
║███║ ♫
║ (●) ♫
╚═══╝♪♪ O SHOW do ANO:
❝Não verás ESTRADO como Este!❞
» ONDE: IFRN Campus Cidade Alta
Av. Rio Branco, 743 | Natal/RN Brasil
» QUANDO: Sexta, 21 de Setembro/2012, 20h
» QUANTO: R$ 10,00
+INFOS:
A Alcateia Maldita é a banda autoral mais longeva da música contemporânea do Estado do Rio Grande do Norte, região Nordeste do Brasil. Criada na cidade de Natal no início dos anos 70, e já na sua origem capitaneada pelo performático vocalista Raul Andrade, tem sua atual mantilha de uivadores escalada por: Raul Andrade (voz); Franklyn Nogvaes (guitarra e arranjos); Júlio Lima (contrabaixo) e John Fidja (bateria) e agora com um novo integrante que está marcando seu início bem carimbado. Elemento surpresa!
É vasta a relação de bons músicos potiguares que em momentos mais outsiders de suas carreiras incorporaram-se ao combo maldito.
Brasilidades, Rock, Soul, Bluesy... O caldeirão musical da Alcateia é um processo em aberto.
» CONTATOS:
(84) 3234.4912 / 9973.9614 (Raul Andrade)
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+Alcatéia Maldita:
“Rock? Não encontro palavras para definir o som de Raul e bad company. Tem a cara dos setenta, mas sem o saudosismo óbvio. Tem a cara dos zero-zero, mas sem as pseudomodernidades electrônicas. Os caras conseguiram se manter atuais sem fazer concessões nem ao passado nem ao futuro.”
Jornal de Hoje - Mario Ivo Cavalcanti | www.jornaldehoje.com.br
"Beberam na fonte da contracultura, deram play e avance no udigrudi potiguar e daí não pararam mais o seu liquidificador sonoro. Em terras Potys a Alcateia Maldita confundi-se com a própria origem da música-atitude-cena underground.
Mudernage - Mr mu | www.mudernage.com.br
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