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SE TOQUE! TOQUE-SHOW! É hoje no Buraco da Catita as 20h o "Toque de Colher Poemas"...

Carlos Gurgel, Pedro Quilles, Carito, Renata Mar e Civone Medeiros - Fotografia de Giovanna Rêgo.
O repertório é dividido em três partes: "Inclassificáveis", "Mesa Confessional" e "À Cinco Bocas", onde um mosaico de revelações, desafios, confissões, desejos, alucinações, declarações de amor... Serão tocados...

É um recital?
Uma performance? 
Um jogral? 
É um embolada? 
Um espetáculo? 
Não só como também!
É um "DESAFIO de POETAS"

É um TOQUE-SHOW!
^cm

Plínio Sanderson em Dia da Poesia pra quê te quero?

Meninos & Meninas

da aldeia do maioral Potiguassu

lugar comum é pouco

prá programação divulgada pela UFRN e FUNCart

R.I.D.Í.C.U.LA!!!!

neg-ócio é esperar as declarações

do capitão-equivocado-mor e dar gargalhadas entre lágrimas

esse programa é déjà vu por demais

No caso, a incompetência

vem de mãos dada com a falta de imaginação.

Pioritário:

os poetas (antes anárquicos) estão capenga da tutela oficialesca

e dos restos & raspas pagos meses a fio.

Donde vale roçar a língua de Camões:

"É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder".

Saudade passadista Rimbaudiana, quando:

"A poesia não voltará a ritmar a ação;

ela passará a antecipá-la".

O homem das "Flores do Mal" adverte:

"Todo o homem saudável consegue ficar dois dias sem comer

- sem a poesia, jamais".

Culminando na máxima do Maiakovski

"Sem forma revolucionária não há arte revolucionária".

P.S

botando o bloco na rua...

prefiro o verde

da fada do absinto

Plinio Sanderson

» Visite a página do grupo:

nArede.com/JACKSON GARRIDO... tODO dIA, Dia de POETAS... Dia de POESIA!


14 de MARÇO - Todo Dia, Dia da Poesia de Civone Medeiros

14 de MARÇO - Todo Dia, Dia da Poesia de Civone Medeiros
http://vimeo.com/3582569

About this video:
"QUEIMAÇÃO de FILME apresenta:

...14 de MARÇO - Todo Dia, Dia da Poesia (Aconteceu em 2006) no Beco da Lama & Adjacências

ESTRELANDO:
Jackson Garrido

& mais Poetas!

~~~

Créditos:

SEM DIREÇÃO
SEM ROTEIRO
SEM GRANA
SEM PRODUÇÃO
SEM APOIO OFICIAL
SEM MALÍCIA
SEM VERGONHA

Apenas...
POETAS & POEMAS

CULPADA:
Civone Medeiros

MONTAGEM & EDIÇÃO:
Luiz Peres

REALIZAÇÃO:
QFP - Queimação de Filme Produções

Natal/RN, 2006"

LOVE,
vimeo

TN - A palavra sangrada de Civone Medeiros em livro por Michelle Ferret...

Tribuna do Norte | A palavra sangrada de Civone Medeiros em livro

Lançado pela editora POETIGUARES, o livro "Escrituras Sangradas" pode ser considerado um divisor de águas. Com suas transgressões e construções certeiras.

Por Michelle Ferret

Com sua inquietude latente ela oferece o café amargo para o leitor distinguir o agridoce de suas ideias. E faz mais... Reúne em si as quatro estações, os loucos, os becos, a realidade e um infinito de delírios. Quase sempre em primeira pessoa, os poemas do livro “Escrituras Sangradas” se dividem em duas partes. “Escrituras Sangradas - Toscas Fatias de Escrevinhaduras”, de 1999, com 45 poemas e o Livro 2 – “Ave de Arribaçã ou a Propósito de Viena e Outros Ondes”. Ambos lançados na última quinta-feira para o mundo em poucas edições, apenas 100.

Divulgação/Guaraci GabrielLivro de Civone Medeiros reúne poemas divididos em duas partesLivro de Civone Medeiros reúne poemas divididos em duas partes
Ler cada poema é viajar na insensatez absoluta de uma mulher revirada ao avesso. Ela que se auto define “uma velha de mais de trinta anos/E uma criança de milhões de eras”, consegue imprimir em versos, afora o próprio corpo, a essência da vida. São vísceras expostas de letras embriagadas e outros ondes compondo versos verdadeiros. Inspirada em Hilda Hilst, Frida Kalho e Bispo do Rosário, ela costura suas ideias nos mantos imaginários. E assim se recompõe, reinventando a própria literatura. Talvez sua vida de artista tenha dado todos os ondes desses escritos. Ela que faz intervenções urbanas e humanas ainda consegue escrever em muros seus desejos mais antigos. É assim que Civone se escreve e se despe, vestindo-se de mundo. Da impureza e pureza dele. Como reza o título de seu poema, “A felicidade não me inspira”. Talvez a transpire ou a faça correr léguas. Longe dos parâmetros e dos métodos sociais, ela se desfaz amarras e consegue escrever palavras tão densas quanto o tempo.

“Viscerais Entranhas
De mente e coração
Sem canto neste mundo
Me canto imunda
Sideral
Pólibo sem rumo
Pensante nessa terra
Mal-passada
Revelo-me
Desencanto
Desenovelo-me
Por pântanos e Edens e
raro me encontro
Século vinte passantes
Sinto-me sem era e sem surpresas com o devir...
Que venham passadas vidas outras
E m´atentem à incógnita filosofia
Amoral que de mim brota – e que nem tenho ainda!” (Poema Canto do Livro 2).

São com versos cortantes como este apresentado aqui que os livros ganham ritmo. Um ritmo ora alucinado, ora devagar, parando nos recantos de quem lê. É assim o jeito que Civone encontra para escrever a própria realidade. Como escreveu o também poeta João da Rua, apresentando a poeta no segundo volume. “O texto escrito, sangrado na página, dialoga com a performance, com o corpo solto no texto das ruas, do cotidiano, do beco, do mundo”.

Ela não tem medo de se revelar e já nasceu com o espelho quebrado dentro de si. Atira-se, atina-se e brinca de  escrever contos e cartas no meio dos poemas. Como o conto “E...”, quando a saudade é personagem principal. Outro achado interessante na obra são os fragmentos do Livro de Theta, quando encontramos pérolas como “Fixação”:

A retina retilínea
Entorta ventos
E
Brados marítimos
Cruza
Terras e ilhas
E
Te enxerga
Meu ninho
Natal

São com poemas, contos, escrituras sangradas e lavadas em água de chuva  o liquido escorrido em Civone. Como ela escreveu em seu epigrama, no poema chamado “Humana Ambição”. “Não quero uma obra que tenha valor de mercado. Quero que tenha valor de expressão”. E assim assina-se embaixo, ao lado, por dentro. São expressões humanas retratadas como quem vive intensamente, como poucos. Sua palavra sangra.

Serviço
ler: http://www.escriturasangradas.blogspot.com/
Recado da autora: “Remix-me, Remake-me, Share-me, Copy-me, rip-me, broadcast-me, mix-me... Feedback-me...”.

Publicação: 03 de Novembro de 2009 às 00:00

ESCRITURAS SANGRADAS...de 1999 para 2009 > Silêncio Sem Rumo... Musicado por Luiz Gadelha!

PALAVRA CANTADA... Encantada Palavra Musicada... ESCRITURAS SANGRADAS...

Ouça só o que Luiz Gadelha fez espontaneamente há alguns dias atrás (versão home-studio)... dum textinho que era só TÍTULO + 4 FRASES, ele fez música!..

Isso que chamo de belo PRESENTE!

É NOSSO!



gRAta e-TERNAMENTE ao Luiz... Quem 1º musicou algo escrito por mim... E foi o poema AS PESSOAS PODEM SER ANJOS... Depois postarei por aqui e alhures...

Desde então... Já outros en-Cantaram e musicaram textinhos meus...

Já são meia-dúzia ou seis... + virão por aqui... Daqui-pouco teremos um Disco inteiro com + de 12 caNções...

Clique no link abaixo para ouvir e/ou baixar:

Palavras Cantadas... Música-Poemas... Poemúsicas... Poetas... Potiguares...

Da lavra dos Trovadores POETIGUARES... Arre!
É só abrir as 'oiças' e o coração...

Inté mais...
Civ

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Postado no Blog
nArEdE.com/CivOne...